quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Road King S

A H-D acaba de anunciar um "novo" modelo, a Road King Special:
Road King S Charcoal Denim.
Fonte: Site H-D.
Eu sempre sou mais fã do cromo que do "dark custom", por mais que eu curta o visual mais agressivo deste estilo. Mas a Road King Special bem pode me fazer conceder uma exceção. Não que eu resolva efetivamente fugir do cromo quando chegar a hora (sim, o "projeto "bagger"), mas que, se esta for uma opção viável, ah, será uma opção a se considerar. Por certo será!

Road King S Charcoal Denim, com itens de customização.
Fonte: Site H-D.
Bem, o visual dela é este aí (sobre detalhes técnicos eu nunca trato; não tenho competência para isso e há blogs por aí que fazem isso muito bem). Gostei demais. Mas uma coisa que me encheu os olhos foram os piscas. Eu sempre pensei que os piscas da Deluxe, na frente e atrás, ficariam ótimos na Road King. Não me seria uma prioridade, mas eu pensaria em fazer isso. No caso da Special, a traseira com os piscas da Street Glide são uma solução ainda melhor. Uns piscas com faróis auxiliares na frente, tipo aqueles da Kuryakin, complementariam o visual que eu curto.

Baita moto! Gostei até das rodas!

H-D: "Road King Special".
Fonte: Warr's Harley-Davidson.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Tattoo 5

Ontem passei no Bikers Pub. Já faz um tempão que não passo lá, já que estamos concentrando esforços em pagar os rabos de conta da obra da casa. Está tudo muito diferente por lá, com uma reforma que mudou toda a configuração do bar. Até as canecas não são mais canecas (me contaram que cansaram de "perder" canecas e substituíram por algo mais em conta; que horror este nosso mundo!).

É estranho. Não que haja uma mudança qualquer para pior. Apenas eu, que costumava ir ao bar com alguma frequência, me senti como em um ambiente desconhecido. Até porque a reforma ainda está em andamento.

Em todo caso, fui e tomei uma cerveja. como eu disse no Instagram: o longo e rigoroso inverno que é uma construção de casa ainda não terminou, mas um homem precisa de um tempo para si e para seus gostos!

Ah, sim, a tatuagem! Está terminando de cicatrizar. Aquela diferença de tons diminuiu bastante e já não parece duas tatuagens feitas em tempos distintos. Acho uma pena, por um lado, porque, como eu disse, eu tinha gostado deste efeito. Mas, por outro, o resultado final ficou realmente bom.

Uma foto publicada por Roberto Vargas Jr. (@robertovargasjr) em

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Sportster 72

Eu falo mais do "projeto bagger" do que do "projeto Sportster". Nem lembro se cheguei a falar do que desejo fazer com minha C, se eu puder ficar com ela (além da bagger). Tendo falado ou não, resolvi postar este vídeo com a Sportster 72, que é inspiração para minhas customizações na Custom.

Infelizmente ela nunca veio ao Brasil e já saiu de linha nos EUA. Uma pena!

Mas, se bem que eu tenha aprendido a gostar da Sportster em outras versões, a 72 é a mais bela de todas. Uma chopper bem clássica, cheia de cromo, com rodas raiadas, pneus faixa branca e tudo o que eu curto numa chopper, sem quaisquer exageros (seja old, seja new school).

Na minha C, não quero trocar o tanque (eu até gosto do amendoim, mas com muitas reservas) nem quero cortar o paralama traseiro. Além do que já foi feito (traseira rebaixada - com kit, mas eu talvez o troque por um amortecedor de 10,5", riser reduzido e ape 12"), quero acrescentar algum cromo (mesmo que seja só com capinhas), roda raiada na traseira, pneus faixa branca, banco solo (ou o Mustang Fastback, que é bem legal também) e o filtro redondo.

Não é muito a se fazer, mas a falta de grana me obriga esperar o tempo apropriado.

Enquanto isso, sigo namorando a 72. Como ao ver esta propaganda de apresentação do modelo pela H-D:

H-D: "Introducing The New Sportster Seventy-Two".
Fonte: TAMPAHARLEYGROUP.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Clássicas modernas

Eu acho o contraditório termo "clássicas modernas" muito engraçado. Mas adoro esta onda retrô que coloca componentes atuais em motos com visual de tempos em que a beleza contava.

Uma dessas clássicas modernas (que, ao menos até aqui, não tenho notícia de vir ao Brasil) é a Honda CB 1100 EX. Uma bela naked inspirada nas quatro cilindros japonesas das décadas de 70 e 80. Eis aí um exemplar que seria um caso a pensar para uma segunda moto.

Há um belo comercial da moto com aquele velho conhecido mote de passar o gosto de uma geração a outra. Bem, eu nunca me canso disso!

Honda CB1100: Launch video - "Always the one".

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Tattoo 4

O desenho base.
Então meti a cara e fiz mais uma tattoo.

Muito tempo atrás, eu fiz um desenho para encomendar um patch para meu colete, ainda na boa época do Boteco dos Estradeiros, um grupo de mototurismo que se reuniu porque todos possuíam Mirage (que depois foi sendo devidamente substituída por motos maiores). Este desenho consistia de uma cruz, uma Bíblia aberta com alfa e ômega em suas páginas, além de uns símbolos sobre ciência, filosofia e teologia, grandes interesses meus.

Ao pensar na nova tatuagem, eu quis aproveitar esta ideia, apenas retirando os tais símbolos. Ao lado, a imagem já um pouco trabalhada para servir de base ao trabalho. Ah, sim: a vontade era fazer um preto e cinza o mais realista possível.

No início.
Confesso que não estava botando muita fé de que o desenho ficasse lá muito realista. Mas também é um desenho simples. Nada que não pudesse ser melhorado ou complementado depois. Então nem estava muito preocupado que não ficasse exatamente do meu agrado.

Quando começou, porém, já vi que ia gostar do resultado. A foto ao lado foi durante uma pequena pausa que a tatuadora me pediu para colocar um piercing em uma cliente.

Duas coisas me impressionaram nesta sessão. Uma é que aproveitei para dar um retoque nos dedos, pois (bem) pequenas partes das letras ficaram claras ou apagaram de todo. Não lembrava que nos dedos doía tanto! Outra é que a pele do antebraço é bem mais sensível do que eu pensava. A agulha não doía quase nada, mas a pele ficou bastante "machucada" em algumas partes.

No fim, a tatuagem ficou um pouco maior do que eu tinha a intenção de fazer, menos realista do que eu gostaria, mas muito melhor do que eu esperava (muito melhor mesmo!). Gostei bastante do resultado e até de alguns detalhes inesperados. A Bíblia ficou mais preta (e neste momento está é um pouco arroxeada) que a cruz e a cruz ficou mais cinzenta, com os detalhes de pedra bem legais. Este contraste que, se por um lado faz parecer dois desenhos feitos em separado, por outro, justamente por esta "sobreposição", destaca cada um deles. Realmente gostei bastante!

Eis o resultado final:
Resultado final.
A foto não mostra bem o contraste das cores, mas dá uma boa ideia de como ficou.
E a próxima? Bem, eu meio que desisti daquela minha ideia inicial da tatuagem nas costas. Acho que passarei aquela ideia ao braço e encerro minhas aventuras de tinta com ela (ou talvez com algumas letras nas costas; isso ainda pode ser). Mas as vacas continuam magras, embora engordando, e isso vai demorar um bom bocado. Enquanto isso, vamos cicatrizar esta!